História


Carros de Banho Grande Hotel La Plage A cidade de Guarujá, situada na Ilha de Santo Amaro, foi visitada pela primeira vez no dia 22 de Janeiro de 1502 pelos exploradores portugueses André Gonçalves, Américo Vespúcio e suas armadas. Mais precisamente, essa visita ocorreu na parte ocidental da ilha, conhecida atualmente como Praia Santa Cruz dos Navegantes. Contudo, devido à topografia, hostilidade indígena e áreas pantanosas a cidade ficou por mais de 300 anos abandonada. Tendo apenas a extração de óleo de baleia, pesca e poucos engenhos de açúcar como atividade econômica.

Com o passar do tempo às pessoas que viviam dessa economia foram formando um pequeno povoado, sendo assim, por um decreto imperial de 1832, Guarujá passou a condição de Vila.

Em 1893, Guarujá foi promovido a Vila Balneária de Guarujá. Para isso foram encomendados dos Estados Unidos um hotel, uma igreja, um cassino e 46 chalés residenciais desmontáveis. Além de receber serviços de água, esgoto e luz elétrica. Em 30 de Junho de 1934 a cidade recebeu o título de Estância Balneária e em 1947 passou a ser considerado município devido ao seu crescimento contínuo.

Com uma natureza exuberante espalhada por 27 praias com belezas totalmente diferentes que atraiam os turistas para a região, Guarujá foi reconhecido internacionalmente, na década de 70, com o título de "Pérola do Atlântico". Atualmente a cidade continua a ser referência nacional na qualidade de suas praias, o desenvolvimento econômico das últimas décadas trouxe grandes investimentos ao setor portuário, náutico, hoteleiro, empresarial, imobiliário e do comércio. Hoje Guarujá é o destino ideal para quem quer desfrutar das belezas naturais e garantir e um passeio com muita diversão e cultura.

Dois Santos Padroeiros

Carros de Banho A primeira manifestação religiosa em louvor a Santo Amaro aconteceu em 1545, dois anos após o batismo da ilha, quando o comerciante português José Adorno inaugurou uma capela para o santo. Apesar de não existir qualquer vestígio deste templo, acredita-se que ele tenha sido construído onde hoje é a Santa cruz dos Navegantes.

Durante 300 anos a devoção a Santo Amaro deu-lhe a condição de padroeiro da ilha. Em 1929, um incêndio destruiu a primeira Igreja Matriz de Guarujá, somente a imagem de Santo Amaro escapou ilesa das chamas, o que lhe deu a fama de milagreiro, a imagem foi retirada do interior da igreja pela corajosa ação de Atílio Gelsomini. Sem um templo, a imagem passou a ser venerada no chalé 29 da Vila Balneária, em Pitangueiras, visto que a paróquia não tinha condições de erguer uma nova capela.

Em 1934, o comerciante Ricardo Fidela se ofereceu para custear as obras de uma nova igreja desde que ela fosse consagrada a Nossa Senhora de Fátima, sua santa de devoção, que deveria também ser a padroeira da cidade.

Apesar da polêmica, que durou cerca de dois anos, surgiu uma solução conciliatória e Guarujá passou a ter dois padroeiros, Santo Amaro e Nossa Senhora de Fátima, cujas imagens passaram a ocupar lugares distintos no novo templo. As comemorações acontecem no dia 15 de janeiro (Santo Amaro), feriado municipal, e no último domingo de maio (Nossa Senhora de Fátima). Santo Amaro viveu no período final do Império Romano, por volta do ano 500, tornou-se conhecido na história cristã pela sua incondicional obediência a Deus. Há registros de que seu nome original era Mauro e que foi discípulo de São Bento, o padroeiro da Europa.